domingo, outubro 31, 2004
18:52
} ?>
*
...

|
|
|
|
|
|
} ?>
*
...

|
|
} ?>
*
...
[1:00 am]
De facto o tempo pára … não faria favores só por ter que o fazer …
Prezo demasiado a liberdade alheia … reconsidero e recomeço …
Num bloco de madeira clara esculpo um rio de seiva … luminosa espalha-se aos meus pés … encho as mãos. Saboreio os dedos enquanto ela se entranha por eles desperta … é uma seiva viva, quente, alva de madrugadas desalinhadas … vive do sol, da luz. Como tal, a minha sombra perturba-a, fá-la regredir ... afasto-me até a entender segura da minha opacidade opressora … deixo o corpo grosseiro …
Recrio a minha luz clara … sou somente ser e sentir …
A luz pulsa, primeiro devagar … a minha luz, a seiva … a tua.
(nada aqui poderia ser de outro modo)
banda sonora:
Massive Attack - [Danny The Dog Soundtrack] - Two Rocks and a Cup of Water
|
|
|
|
segunda-feira, outubro 18, 2004
21:51
} ?>
*
...
rosa | carga | nociva | colapso | ninfa | rolamento | sincopado | vestido | súbito | gaze | umbilical | ambíguo | doce | fecho | assumido | similar | voltar | gamada | medo | suma | juízo | contraste | azul | piano | pluvioso
( substituías "náusea" por q? | não sei por onde vais aí... não gostas da palavra? | queixaram-se de q era muito forte. | eu não gosto particularmente da palavra, depois de ter lido "a náusea" de Sartre, mas se não tens problemas com ela, deixa estar. | foi o que surgiu ... não sei bem pq razão … talvez mude ... tens sugestões? … o q te vier à cabeça. | sinónimo? | o q te apetecer. | "estranheza". | não sei se me dou bem com essa. | "síncope". | já lá está "sincopado". | não reparei … "plúvio" … "pluvioso". | parece-me bem. ) | toque | seco | gume | runa | espelho | janela branca | navio errado | terra dorida | expiro longe | dedos húmidos | costas esfumadas | bem vindo ar | recebe lastro | bordado a leite | rio gasto | em nossos nós | a pé | timidez | sair | em claridade | melancolia.
|
|
domingo, outubro 17, 2004
23:59
} ?>
*
...

Não te esqueças da beleza das coisas simples...
|
|
sábado, outubro 16, 2004
13:08
} ?>
*
Tropeço em mim.
Novamente chego à conclusão de que preciso de umas ferias de mim.
Ou então de me reescrever.
Começo por me livrar desta tendência recém adquirida de censurar os meus textos comparando-os com os de outras pessoas (invariavelmente mais dotadas para a escrita).
A liberdade é preciosa.
Será possível recriar a nossa natureza mais profunda? Aquela que nos rege desde que nascemos? Ou será o único caminho a sintonia com a mesma. Para que sendo assumida possam tornar-se visíveis novas tonalidades, novas opções que fortaleçam a trama original (ao aceita-la deixamos de negar os seus frutos).
Outra opção … ao assumir e aceitar plenamente a nossa realidade natural (com todas as suas "falhas" e "fraquezas"), optando por a confrontar com uma consciência e vontade activas. Surge como subproduto natural a capacidade de desconstruir essa mesma realidade interior. Compreendendo a dinâmica que gere as suas partes indivisíveis, ganha-se o controlo sobre as mesmas, assim como, a opção da transmutação real.
Nota - a liberdade de criar é proporcional à liberdade de destruir. E só a força da consciência construída em bases puras e incorruptíveis pode fazer frente ao caos potencial. O êxtase ou a loucura. A aceitação em verdade ou a dissolução.
|
|
terça-feira, outubro 12, 2004
21:30
[ Peludo e Azul ] } ?>
*
...

Inauguração - Centro Cultural de Cascais - 21:30
|
|
domingo, outubro 10, 2004
23:59
[ Sky designers ] } ?>
*
branco

photografia original de Luisa Silva - link
|
|
sexta-feira, outubro 08, 2004
21:47
[ Jorge Barros Gomes ] } ?>
*
...
Habitualmente espero que a confiança que deposito em determinadas pessoas tenha um feedback igualmente positivo.
Assim como tenho tendência a pensar que essas pessoas agem para comigo em reflexo da maneiro como ajo com elas (o mesmo respeito, amizade e consideração) … Daí que acabe por não pôr em causa determinados comportamentos - já que interiormente parto do princípio que a lucidez e as razões adjacentes são tão coerentes quanto as minhas… Já tive casos em que consenti situações absurdas simplesmente por confiar na outra pessoa.
Confio demais diria.
Às vezes engano-me.
Cada um tem as suas regras. Mas em qualquer relação há um encontro equidistante dos limites de cada um. Há cedências e compromissos, sempre.
|
|
Sub reticente #2

banda sonora:
Nouvelle Vague - [Nouvelle Vague] - Too Drunk to Fuck [cover]
|
|
Subconsciente #1

banda sonora:
Nouvelle Vague - [Nouvelle Vague] - (This Is Not) A Love Song [cover]
|
|
|
|
|
|
chega!
Hoje não sei. Hoje não falo, hoje não sei falar.
Hoje não sei escrever, ou não posso, ou não quero,
ou incomoda-me pensar que o posso fazer.
Chega de imposições. Chega de meias verdades.
Chega de liberdades parciais.
Quero paz, quero silencio, quero amor, quero verdade.
Não sou fechado. Não sou definido. Não sou definitivo.
Sou apenas. Não qualificável. Não estruturavel.
Existo na forma potencial de todos os sentidos.
|
|
|