sábado, julho 31, 2004
2:44
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o sitio

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sometimes

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quinta-feira, julho 29, 2004
2:41
[ sofia ] } ?>
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There´s always room for more
99Rooms
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quarta-feira, julho 28, 2004
23:27
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Code 46
Every year on my birthday, I have a dream, always the same dream.
I go down into the subway. I wait for the train.
I´m worried I´m going to be late. The train leaves the station.
I feeI like going to sIeep, but I have to find someone before the train stops.
The train goes through one station, nineteen more to go.
I have to find him. And then I wake up.
The next year I had exactIy the same dream,
only this time I went past two stations.
Don´t ask me how I knew, I just knew there were eighteen stations to go.
The next year seventeen, the next year sixteen.
Every birthday, one less.
Today´s my birthday, today I´m down to the last one.
If I fall asleep, I´ll get to my destination.
If I want to, I can discover my fate tonight.
So, what am I going to do ?
I´m going to stay awake all day.
Who wants to discover their fate ?
Who´ll take a chance like that ?
in "Code 46", 2004
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terça-feira, julho 27, 2004
2:10
[ Samuel ] } ?>
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Photoshop tennis
eu : olha ... inaugurei uma competição de photoshop tennis
ele: q é isso?
ele: vê se logo q és da linha
ele: ténis é cena mesmo de cascais
eu: mas q raio tem uma coisa a ver c a outra?
eu: tks tks tks
ele: lol
O "DiPol" está vivo
Há um primeiro desafio em andamento e se a ideia der bons frutos é para pensar em repetir.
Para quem não sabe...
Não foi especialmente boa ideia (vim a aperceber-me depois de ter já o layout quase feito), a de criar o Blog no Sapo. Aparentemente há umas quantas chatices ... e o apoio ao cliente é praticamente inexistente ou simplesmente disfuncional.
Mas como é MT, suporta múltiplos utilizadores (free of charge) e ainda dá direito a paginas pessoais de 10MB cada (que dão bastante jeito para as imagens e não só)… acho que as vantagens superam os problemas.
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domingo, julho 25, 2004
13:20
[ kaku ] } ?>
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...

O Juba da Ritinha ... :)
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sexta-feira, julho 23, 2004
0:00
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translation fun #1
"
1. Um carregador do carregador encontra a imagem da semente no disco, cargas ele na memória, e começa-a.
2. A semente inicializa os dispositivos e seus excitadores.
3. A semente monta o filesystem da raiz.
4. A semente começa um programa chamado init.
5. O init ajusta o descanso dos processos no movimento.
6. Os processos do último que o init começa enquanto a parte da seqüência do carregador permite que você logon.
"
"como carregadores de Linux"
"how Linux boots"
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quinta-feira, julho 22, 2004
19:18
[ Uno ] } ?>
*
...


just because ...
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quarta-feira, julho 21, 2004
21:38
[ Irina ] } ?>
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os putos


Nascidos ainda ontem ao fim da tarde ... :)
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you do believe in the masterplan, right?
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domingo, julho 18, 2004
1:59
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*
...
Mas terás noção de que basta permitires que se vendam essas extensões da tua obra, a meu ver perfeitamente desnecessárias, para estares a incentivar e a pactuar com o absurdo consumismo em que vivemos? Marketing? O que pensas que acontece, por exemplo, aos milhares de bonecos de plástico que florescem nas lojas sempre que o filme X precisa de promoção? Achas que duram anos? - em pouco tempo ajudam a encher aterros de lixo.
Achas mesmo que vale a pena?
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sexta-feira, julho 16, 2004
17:16
[ Amyas ] } ?>
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de Volta
Eis que, depois de quase um mês desligado da cyber-comunidade, volto a ter o meu espaço ao sol. Sinto-me completamente inundado de informação… nem posso olhar demasiado tempo para isto sem sofrer de inadequação aguda. Bem… lá terá de ser aos poucos… url em url…
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sábado, julho 10, 2004
17:17
[ púrpura ] } ?>
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Mundo concreto
Todos temos um lado mais negro, com o qual temos de conviver e saber resolver aos poucos.
Ir dissolvendo as contrariedades que o tecem em favor de uma realidade que nos traga mais prazer, sendo ao mesmo tempo a mais próxima possível da verdade factual.
Infelizmente, por obtusos desejos, uso por vezes este espaço virtual para satisfazer esse determinado lado mais obscuro. Digo infelizmente porque quem me lê confunde-me em personalidade com alguém martirizado ou irrevogavelmente deprimido. Tal interpretação é perfeitamente errónea e descontextualizada. Eu não sou as minhas personagens. Não sou as minhas pinturas. Eu estou do outro lado do espelho.
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