domingo, janeiro 25, 2004
1:46
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Dias mais quentes virão … embora o sol que desponta tão longe ainda perto de mim chegue frio.
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Falso aroma este que emano pois apenas me traz ternuras de mim distintas.
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sábado, janeiro 24, 2004
14:13
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O teu consolo atravessa-me em paz reconquistada. Nesse exacto momento em que a chuva nos enche por dentro e só deixa uma loucura calma e os olhos abertos.
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sexta-feira, janeiro 23, 2004
1:07
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E é nas tranças insofismáveis que descobrem nos teus dedos irrepreensíveis benfeitores, que trocam de lado crente e infiel em danças de discorde plenitude.
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terça-feira, janeiro 20, 2004
12:49
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vinte
Obscuro policromo diamante
Sagrada safira delirante
Pedra de hastes aguçadas
Fera por crime dissimulada
Silencio abafado sem titulo
Rosário de intrincada tenção
Copo de corpo vazio
Latente no espinho concreto
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domingo, janeiro 18, 2004
13:43
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Trocaste comigo de sentimentos, testemunhos em envelopes dispersos. Perco num deles o espaço-do-meio, perdido sem retorno. Ou pelo menos assim espero.
…
Já não és tu mas antes uma relação de limites, um espaço sem lugar, construído para se parecer com alguém que foste para mim.
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quinta-feira, janeiro 08, 2004
12:37
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A noite passada sonhei amar profundamente.
Sem medos, contenções ou limites.
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terça-feira, janeiro 06, 2004
19:06
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loop
Era um campo seguro, ou assim mo afirmaram… sem matrizes reconhecíveis por mim que vivi tão longe, no noroeste da Sinésia.
Os últimos patches da primavera pousavam majestosamente ignorando os silvos irados dos prompts do subkernel. A brisa era mansa, inodora e reprografada em loops harmónicos infinitos. Retrospectivava-se de longe um mundo mais sombrio, um domínio de bits errantes e pixeis ocultos.
Muito mudou desde a lendária revolta dos proxys em Síncronos. Paredes de fogo trouxeram a paz de volta à memoria volátil e os arquivos puderam outra vez guardar sonhos de cores entre lógicas condicionais.
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inconstante
Lânguida Sofia tendia a ser. Inconstante nos passos que dava…
Pretendia com o seu inocente floreado, confessar elos nunca rompidos.
Cantou na mente do auditório, sem soltar voz.
Rompeu as luvas dos seus dedos tacteando em claro segredo.
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Caía sem entrar na pele, um neve fingida de pó, em mantos solenes.
Também eu pretendi escutar. E é certo que tentei, mas tu já não estavas aqui.
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sexta-feira, janeiro 02, 2004
19:08
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hug

"Monday. It's a good day for a hug."
in Boring3d
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quinta-feira, janeiro 01, 2004
21:00
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entradas

as minhas entradas em 2004...
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