sexta-feira, setembro 26, 2003
23:29
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suicidio subliminar

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domingo, setembro 21, 2003
23:27
[ gato preto ] } ?>
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software
belissimas peças de software, tudo ainda por estrear. O meu preferido é o MS Conscience. Mal posso esperar... :)
Software
in something awful
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quarta-feira, setembro 17, 2003
23:16
[ Rui ] } ?>
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philosofia do sk8te
um site de design cuidado embora simples (como convém).
não tive oportunidade de ler com atenção mas pareceu-me interessante...
The Land Of Plenty
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domingo, setembro 14, 2003
15:51
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caminhos cruzados
Sofro de uma inexplicável carência pelo novo.
Perturba-me fazer um caminho duas vezes. Tolero, mas perturba-me.

http://livinginsideout.org/
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sábado, setembro 13, 2003
15:21
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consciência
“Somos constituídos de tal modo que vivemos em quatro estados de consciência; mas, tal como somos, só utilizamos dois: um, quando dormimos, e outro, quando dizemos que estamos “acordados”, isto é, no estado presente, quando podemos falar, ouvir, ler, escrever, etc. mas esses são apenas dois dos quatro estados possíveis. O terceiro estado de consciência é muito estranho. Se alguém nos explicar o que ele é, começamos por pensar que o temos. Esse estado pode ser chamado de consciência de si e muitas pessoas, se lhes perguntarem a respeito, dirão: “Sem duvida somos conscientes”. É necessário um tempo suficiente ou esforços repetidos e frequentes de observação de si antes que reconheçamos verdadeiramente que não somos conscientes, que só potencialmente o somos. Se nos perguntam, dizemos: ”Sim, eu sou”, e nesse momento somos, mas, no momento seguinte, deixamos de nos lembrar e não somos conscientes. Assim, no processo de observação de nós mesmos, temos a percepção de que não estamos no terceiro estado de consciência, de que vivemos somente em dois. Vivemos no sono, ou num estado de vigília que o sistema chama de consciência relativa. O quarto estado, denominado consciência objectiva, é nos inacessível, porque só pode ser atingido através da consciência de si, isto é, começando primeiro por se tornar consciente de si, para mais tarde poder conseguir alcançar o estado objectivo de consciência.”
in “O Quarto Caminho “, P. D. Ouspensky, Ed. Pensamento
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terça-feira, setembro 09, 2003
0:15
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conversa fiada
“Foi um velho monge da antiga Igreja Ortodoxa Oriental, Isikhi, que observou tempos atrás, de modo intimidador, que a conversa espiritual, quando frequente e prolongada de mais, se transforma em conversa fiada.”
in “A Busca “, Paul Brunton, Ed. Pensamento
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persona
“O vale das sombras da morte; das grandes mortes e de todas as pequeninas mortes. A morte é o caminho da transfiguração. O que quiser salvar a vida deve perdê-la. Homens e mulheres vivem a tentar perder as vida – a vida corrupta, inútil, sem razão de ser, das suas personalidades vulgares. Sempre a tentar livrar-se delas por mil e um processos diversos. Pelo frenesi do jogo e do proselitismo religioso; pelas monomanias da avareza e da perversão, das pesquisas cientificas, do sectarismo e da ambição; pelas alucinações compensatórias do álcool, da leitura, do devaneio, da morfina; pelos delírios do ópio, do cinema e do ritual; pelas selváticas epilepsias do entusiasmo político e do prazer erótico; pelos estupores do veronal e da exaustação. Escapar; esquecer a velha e fastidiosa identidade; converter-se em outrem, ou melhor, em outra coisa, num mero corpo estranhamente entorpecido ou mais sensitivo que de ordinário; quando não, um mero estado de espirito impessoal, um modo de consciência desindividualizada. Que felicidade! Que alivio divino! Mesmo para os que ainda não tinham percebido que havia, na sua condição, algo que precisasse de alivio.”
in “Também o cisne morre”, Aldous Huxley, Colecção Dois Mundos, Edição «Livros do brasil» Lisboa
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domingo, setembro 07, 2003
19:44
[ Valéria Mendez ] } ?>
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logo
Para tirar a caspa ao nonsense resolvi criar um novo logo...
o bichinho flash nao descansa... hehehe... parece-me bem... :)
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sexta-feira, setembro 05, 2003
20:05
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uvas
Ora bolas! Ainda não é este fim-de-semana que vamos apanhar morangos bêbados, para as plantações suspensas do país de Gê. Perde-se a romaria, sobra em vontade.
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terça-feira, setembro 02, 2003
17:50
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eles chegaram bem a casa depois dessa longa viagem, de volta ao purgatório.
mas onde estará ela? Tenho curiosidade… este carinho volátil que trago comigo raramente descansa. Assim como raramente encontra par.
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...
antes de ontem voei sem esforço, como que a nadar, empurrando o ar com os braços e projectando-o para traz de mim. Mas de todas as vezes que o fazia tinha em mente não subir alto demais pois o encanto poderia falhar. Ainda assim subi muito alto, e vi terras lavradas, florestas e lagos a perder de vista.
e pensei para mim surpreendido - Porque não fiz isto antes?

http://tofz.org/
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segunda-feira, setembro 01, 2003
12:12
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365
cinzas
ultimamente, tenho morrido muitas vezes.
já começo a habituar-me.
todas as terças-feiras
morro uma vez mais.
os cafés estão cheios de tipos assim:
morrendo, morrendo.
deuses à segunda-feira,
mortos no dia seguinte.
Rui Manuel Amaral
In TrêsSeisCinco, nº10, 2003
não conhecia a 365 mas gostei de conhecer… Excelentes crónicas.
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andanças
prós – o poço azul, a consciência corporal, os encontros do umbigo, a biodança. a yoga do Dada… o ambiente pacifico e amigável entre as hostes… a liberdade… os sorrisos de reconhecimento... a entreajuda… “love is in the air”
contra – a gripe a que estive submetido nos últimos 3 dias do festival (bastante forte por sinal)… a distância até à casa de banho às 3 da manhã… o pessoal que não respeitava a zona calma e ficava na conversa até às tantas… o desagradável generation gap nas mentes estereotipadas de poucos…
não descrevo muito mais… :) prefiro deixar o resto no sabor das memórias

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