Crescemos na contrariedade, na oposição.
O Outro evoca em nós a reacção, o estimulo à individualidade, à existência consciente, à estruturação. Sem esses encontros ficaríamos à mercê do inconsciente colectivo caindo lentamente na desagregação.
Será a situação de existir como a única pessoa viva uma condição de morte, ou antes pelo contrário, a raiz de um semideus?