janeiro 06, 2004


loop

Era um campo seguro, ou assim mo afirmaram… sem matrizes reconhecíveis por mim que vivi tão longe, no noroeste da Sinésia.
Os últimos patches da primavera pousavam majestosamente ignorando os silvos irados dos prompts do subkernel. A brisa era mansa, inodora e reprografada em loops harmónicos infinitos. Retrospectivava-se de longe um mundo mais sombrio, um domínio de bits errantes e pixeis ocultos.
Muito mudou desde a lendária revolta dos proxys em Síncronos. Paredes de fogo trouxeram a paz de volta à memoria volátil e os arquivos puderam outra vez guardar sonhos de cores entre lógicas condicionais.

Nota: Todos os trabalhos aqui publicados, salvo quando indicado o oposto, são da minha autoria. As aparentes pinturas são habitualmente realizadas em Corel Painter e/ou Adobe Photoshop com a ajuda indispensável de uma mesa digitalizadora.

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