janeiro 06, 2004


inconstante

Lânguida Sofia tendia a ser. Inconstante nos passos que dava…
Pretendia com o seu inocente floreado, confessar elos nunca rompidos.
Cantou na mente do auditório, sem soltar voz.
Rompeu as luvas dos seus dedos tacteando em claro segredo.
...
Caía sem entrar na pele, um neve fingida de pó, em mantos solenes.
Também eu pretendi escutar. E é certo que tentei, mas tu já não estavas aqui.

Nota: Todos os trabalhos aqui publicados, salvo quando indicado o oposto, são da minha autoria. As aparentes pinturas são habitualmente realizadas em Corel Painter e/ou Adobe Photoshop com a ajuda indispensável de uma mesa digitalizadora.

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