dezembro 04, 2003
fundamentalismos
A perda de um amigo é sempre desagradável, ainda mais quando as razões apresentadas entram no domínio da fábula, do conto inconcebível, da pura ficção. Mas onde o transtorno é padrinho não há razão que sobreviva.
Nota: Todos os trabalhos aqui publicados, salvo quando indicado o oposto, são da minha autoria.
As aparentes pinturas são habitualmente realizadas em Corel Painter e/ou Adobe Photoshop com a ajuda indispensável de uma mesa digitalizadora.