
A chuva reflectida desliza lentamente pela parede do meu quarto, enquanto inocentemente invoco as memórias dos quatro anos que levámos entre encontros fortuitos e escapadelas psicológicas… Porque nunca te pedi o teu nome? Porque nunca me pediste o meu.
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Nesse dia fui fuzilado até à última gota de suor pela multidão anónima de todas as mulheres que alguma vez desprezei com o olhar.
«É tarde e Inês está morta!», disse Pedro...
Afixado por em maio 25, 2004 10:48 AM