novembro 24, 2003


...

A chuva reflectida desliza lentamente pela parede do meu quarto, enquanto inocentemente invoco as memórias dos quatro anos que levámos entre encontros fortuitos e escapadelas psicológicas… Porque nunca te pedi o teu nome? Porque nunca me pediste o meu.
...
Nesse dia fui fuzilado até à última gota de suor pela multidão anónima de todas as mulheres que alguma vez desprezei com o olhar.

Nota: Todos os trabalhos aqui publicados, salvo quando indicado o oposto, são da minha autoria. As aparentes pinturas são habitualmente realizadas em Corel Painter e/ou Adobe Photoshop com a ajuda indispensável de uma mesa digitalizadora.

Comentários:

«É tarde e Inês está morta!», disse Pedro...

Afixado por em maio 25, 2004 10:48 AM