esta branca constante começa a causar danos...
o vago existir dos ciclos em assincronia com o ser.
os últimos espinhos emocionais que ainda magoam como farpas a cada gesto... duplicando a dor da perda, quando tal perda se faz sentir...
não.
o tempo já passou. este sentir já não é real, e a nova realidade faz-se sentir para além das barreiras dominadas pelo habito. e clareia as perdas e os desenganos até não restar mais que um fluxo de luz cristalina. a verdade dói mas reestrutura quando assimilada sem bloqueios, projecções e outras divagações criativas do ego.
Entendi o que quis me dizer, mais ou menos:
Navegar é preciso, viver não é preciso...
Na teoria concordo, e na pratica?
Eu vou ficar bem, estou até melhor.
Agradeço o seu carinho para comigo e a preocupação, o que nem era a intenção.